Título da Redação: O camarote deixa em evidência

Proposta: A “Camarotização” da sociedade brasileira: a segregação das classes sociais e a democracia

Redação enviada há quase 3 anos por Conceição Oliveira Oliveira


Em novembro de 2013, o vídeo "Os 10 mandamentos do Rei do Camarote" foi alvo de críticas e chacota, pois o seu protagonistas elucidava como estar no camarote é sinal de status e diferenciação dos demais. Desse modo, a febre de camarotes, áreas vip's e condomínios, tomam conta do Brasil. Esse fenômeno, camarotização ou feudalização, este no caso dos condomínios residenciais, tem agravado ainda mais o abismo econômico e social entre ricos e pobres.
É inegável que o sistema capitalista trouxe muitos benefícios. Porém, apresenta um lado perverso. Afinal, o dinheiro pode comprar quase tudo. É fato, que aqueles que possuem recursos econômicos tem acesso a educação, saúde e lazer de melhor qualidade. Isso produz uma separação e um mal estar social. Motivo pelo qual, classes menos favorecidas, dependem de bens e serviços públicos, que na grande maioria das vezes, não tem a mesma qualidade que um comprado.
Cabe ressaltar, que o governo democrata que o Brasil está inserido, tem sua máxima deturbada. Por que a democracia é um governo do povo e para o povo. No entanto, grande parte dos governantes, fazem parte da aristocracia e tomam medidas que aumenta ainda mais a segregação.
Fica nítido, portanto, que diminuir as diferenças sociais e econômicas, deve ser a premissa do governo brasileiro. Faz-se mister, que o governo melhores seus serviços prestados, com gerenciamento adequado, é possível tal medida. Ademais, é necessário que escolas e ONG's, numa ação conjunta com o governo, promova discussões e fóruns, para que desde de cedo, crianças e jovens, compreendam, que para diminuir os abismos sociais, a agregação é a resposta e ação. E por fim, que através da mídia, com campanhas e vídeos de cunho social, saliente que a melhor forma de ficar em evidência é ser capaz de construir uma sociedade mais justa e democrática, onde o que realmente importa são as suas atitudes e não a conta bancária.


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Comentários enviados

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    Enviado por Ariana Lobo

    A introdução está confusa. O recurso coesivo "desse modo" (assim como o "portanto") indica a conclusão de uma ideia anteriormente abordada. Observe que na introdução a ideia anterior ao "desse modo" não é concluída no segmento posterior, o que indica uso equivocado do recurso coesivo, que poderia ser substituído por expressões como "pode-se notar que", ou "é perceptível", que configurariam continuidade à ideia apresentada anteriormente. A argumentação é pertinente, embora pouco aprofundada. O candidato trata da diferenciação entre classes, mas a segregação física proposta no tema não é abordada além da coletânea de textos motivadores. O terceiro parágrafo ressalta um posicionamento que ficou incompleto, a relação entre democracia/governo e segregação poderia ter sido mais explicada. Alguns dos exemplos e citações fora da coletânea utilizadas pelo candidato não estão interligadas ao texto de modo a formar um todo orgânido. É o caso do vídeo "os dez mandamentos do rei do camarote", citado na introdução e não incorporado ao texto, não relacionado de modo claro à temática. O candidato demonstra bom domínio da modalidade escrita padrão da língua, embora apresente alguns desvios de concordância ("grande parte dos governantes, fazem parte da aristocracia e tomam medidas que aumentaM ainda mais a segregação") e de pontuação. Além disso, é preciso que o candidato se atente para o uso do verbo ter na terceira pessoa: tem -> terceira pessoa do singular (ele tem); têm -> terceira pessoa do plural (eles têm). No segundo parágrafo o verbo ter (utilizado em dois pontos diferentes) está no plural, logo, deveria ser acentuado. Por fim, a proposta de intervenção enumera muitos agentes, mas detalha pouco as ações. Por que a melhoria nos serviços públicos contribuiria para a resolução do problema? Como isso seria feito? Quais áreas seriam prioridade? Como melhorar? É importante pensar no processo de funcionamento da proposta de intervenção escolhida.

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