Título da Redação: Menos segregação, mais educação

Proposta: A “Camarotização” da sociedade brasileira: a segregação das classes sociais e a democracia

Redação enviada há quase 3 anos por Amanda Signo


No ano de 1948, houve na África do Sul o início do apartheid – segregação por causa da cor da pele - , o qual só teve fim em 1994, graças a realização de eleições multirraciais e democrática que foi vencida pelo Congresso Nacional Africano, sob a liderança de Nelson Mandela. O aparthied é só um exemplo onde há separação de um grupo de indivíduos, por causa de uma razão qualquer. Atualmente, ocorre o apartheid social, onde o isolamento é intencional por aqueles que tem condições financeiras melhores, podendo obter melhores lugares em um estádio de futebol, por exemplo. Em um país com tantas desigualdades sociais, seria necessário esse exibicionismo de bens.
Por certo, deverá haver a valorização dos bens por aqueles que lutaram tanto para obtê-los. Porém, a ostentações das riquezas pode causar em outros indivíduos sentimentos ruins como a frustração, cobiça e inveja. Essa ostentação ocorre por diversas vezes através das redes sociais onde, nos dias de hoje, a maioria da população brasileira tem acesso a elas, tendo assim, grande visualização das pessoas. A ostentação pode ocorre simplesmente para esses indivíduos terem seus “15 minutos de fama”, por sua capacidade de ter acesso a lugares exclusivos e sua ostensão. Pode ser citado, Lorenzo Carvalho, o famoso rei do camarote, teve sua ascensão na mídia ao expor seus luxos nas festas mais disputadas da elite paulistana.
Em contraste com esse pavoneio, aparece a classe média e baixa deste país, grande parte da população, onde a ostentação está em ganhar seu sustento para pagar as contas em dia. Quando a maior vitória está em ter comida na mesa e as contas pagas, sem grandes supérfluos, mas as necessidades básicas foram saciadas. Contato, não são todos indivíduos que conseguem contentar-se em assistir o exibicionismo e não obtê-lo, surgindo assim, os criminosos. Indivíduos com intenção ter bens para ostentar, afanam daqueles que têm, sem a intenção de trabalhar para alcançar.
Portanto, a elitização dos bens e lugares causa opressão em grande parte da população, podendo assim, haver um desvio de valores morais e sociais naqueles que não se satisfazem em seus apenas espectadores da exibição alheia. Para evitar maiores transtornos, a mídia pode evitar reverenciar os luxos dos indivíduos espalhafatosos, além de evidenciar o quanto é importante trabalhar para conquista a própria riqueza em novelas, por exemplo. A conscientização pode surgir a partir do primeiro núcleo social, a família, com conversas esclarecedoras e conscientes, podendo ter a ajuda da escola ao enfatizar em trabalhos e leituras, o quanto é respeitável lutar para conseguir realizar seus sonhos. Valorizar e respeitar o ser humano, seus valores sociais e morais está acima de qualquer riqueza devem ser ensinados desde cedo. Como já dizia Nelson Mandela: “A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo”.

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