Título da Redação: Por tudo vale a pena viver.

Proposta: Coisas pelas quais vale a pena lutar.

Redação enviada há mais de 2 anos por Mabi


Há coisas que o ser humano se dispõe a lutar, que outros não fariam o mesmo.
Desde os primórdios da terra, revoluções vem ocorrendo, conquistas adquiridas, e direitos tomados. E não para por aí. Como a Revolução Industrial, onde ninguém levava crédito ou tinha confiança que fosse ser de um patamar tão grande e revolucionador, mas foi. E deu margem, também, para que as mulheres começassem a lutar por seus direitos, como: direito ao voto, direito a usarem roupas curtas, e trabalharem fora de suas casas. Mas foi necessário mulheres morrerem, cidadãs, na época, tida como anônimas, mas que hoje recebem grande destaque por sua bravura e coragem em lutar, para que a revolução sobre direitos de gênero acontecesse. Como as sufragistas, e o direito ao voto que tanto batalharam para que fosse conquistado.
Era uma época arcaica, conservadora, e retrograda; no entanto, muito aconteceu. Lutas aconteceram, batalhas nas quais eram desafiadoras e eram cheias de risco. Mas valiam a pena.
Como a escravidão, tida naquela época como algo necessário e normal, e se não fosse por muitos bravos e resistentes negros, a batalha jamais teria acontecido. Foi preciso muito suor, milhares de pessoas brutalmente escravizadas, espancadas, e assassinadas, para que a abolição finalmente ocorresse e fosse decretada. E ainda assim, a batalha não parou. E nem para.
E é impressionante como hoje temos tanta tecnologia ao dispor, facilidade para irmos e virmos aos locais, mas não procuramos analisar a origem dessas invenções e revoluções. Muitas vidas foram tragadas do século XX pra cá, e todas elas, sem exceções, trazem uma reflexão de como é necessário lutar sobre tudo, por tudo, e por todos.
Dentre todas mudanças na vida de tantas pessoas, ao decorrer dos anos, como a Segunda Guerra Mundial, a Queda do Comunismo, e o fim do Colonialismo, podemos entender que nem sempre a sociedade foi impulsionada a lutar.
Tanto no século XIX, quanto no XX, os valores e conceitos eram outros. Verdadeiras atrocidades aconteciam, inclusive, mortes eram bem vindas, e poucos iam em frente pra que isso acabasse. Eram coisas tidas como normais.
Mas que no fim do dia, precisavam ser combatidas.
Hoje, as coisas mudaram. Somos mais estimulados a lutar pelo amor, pela igualdade e equidade, pela quebra de paradigmas, pela justiça social, pelo direito a ter direito, pela vida, e pelo direito a sermos o que quisermos, e lutarmos pelo que preferirmos, etc. E são por esses valores atuais, manifestos, e movimentos, que valem a pena viver, para que não terminem, e sim, só aumentem seus progressos. Ah! Não os conservadores e pragmáticos, mas os que defendem destruir as raízes dos problemas e doenças, para que, um dia, mais lutas honestas - mesmo que tudo seja relativo - existam e possam dar paz e sossego aos cidadãos.


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Comentários enviados

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    Enviado por Carolina Santucci

    Acho legal que você tenha tentado ver as coisas por um ângulo positivo. Porém, existem muitos problemas na sua redação. Primeiramente, a estrutura dela não atende às exigências de um texto dissertativo-argumentativo. Livre-se dos parágrafos curtos! Você só precisa de introdução, desenvolvimento e conclusão! Depois, você pouco argumentou sobre o tema. A proposta era que você discorresse sobre coisas pelas quais ainda devemos lutar; e o motivo disso. Você tangenciou o tema, falando sobre conquistas já adquiridas. Também acredito que sua visão tenha "empobrecido" os fatos reais e idealizado nossa sociedade; que não é estimulada a lutar pelo amor e nem pela paz. A economia de muitos países (como os EUA) é bélica, portanto a paz não é seu objetivo. Sugiro que você problematize esses aspectos; e o fato de tantas pessoas terem que morrer para alcançar os direitos mais básicos. Escolha um tema - pode ser exatamente isso; a persistência das desigualdades e o fato de o objetivo das manifestações não ser alcançado de forma pacífica - e argumente sobre porque a luta por ele é necessária. Na conclusão, você precisa propor uma solução, real e palpável para a situação problema exposta. Também sugiro que você não escreva tão poeticamente e/ou coloquialmente. Esse tipo de construção cabe a uma redação que não seja no modelo dissertativo-argumentativo.

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