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Proposta: A questão do analfabetismo funcional no Brasil

Redação enviada há cerca de 1 mês por rt


Enquanto da Antiguidade até a Modernidade a educação foi um privilégio acessível à minoria, no cenário hodierno, ela é um direito de todo indivíduo. Entretanto, a garantia desse direito não foi suficiente para erradicar os impasses educacionais no Brasil, marcado pelo analfabetismo funcional na medida em que vigora a insuficiência administrativa, que acaba por limitar o desenvolvimento do país.
A princípio, é tácito que o analfabetismo funcional tem suas raízes fixadas no modelo educacional padronizado, bem evidenciado pelo compositor Gabriel, o Pensador em sua canção “Estudar Errado”, na qual retrata alunos que têm sua capacidade intelectual sucumbida por um modelo educacional que primazia, bem como facilita a obtenção de boas notas pelos estudantes em detrimento da cultura de criticidade e do aprendizado eficiente. Além disso, conforme o Brasil não reconhece o educador nas instituições, deixa claro que a educação não é privilegiada no país, haja vista que maioria das entidades políticas subaproveita a capacidade valorizar o professor nas instituições e, assim, estimular o ensino.
Por conseguinte, o escritor Millôr Fernandes, ao elencar que “O Brasil é um país do futuro, sempre”, poderia ter como base o analfabetismo funcional oriundo dos fatos supracitados, visto que o país busca progredir, mas é barrado pelos problemas na educação, comprometendo, assim, o desenvolvimento social e econômico do país. Esse comprometimento introduz indivíduos em condições de vida precárias, visto que a insuficiência intelectual limita as chances de emprego.
Em suma, o analfabetismo funcional no Brasil, portanto, requer medidas que resolvam o empecilho. Destarte, cabe ao Ministério da Educação instituir nas escolas planos de estudos mais dinamizados, que incluam uma maior participação dos alunos, viabilizada por meio de atividades que abordem os conteúdos e incitem a criticidade. Ainda, políticos devem reconhecer os professores e priorizar o ensino em uma ação conjunta com a população, valorizando e promovendo, por meio de investimentos em projetos, estímulo à educação e didática de qualidade, para que, dessa forma, o Brasil progrida e seja, efetivamente, um país do futuro.


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