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BLACK FRIDAY: PROJETO REDAÇÃO

Título da redação: Redação sem título.

Redação enviada por usuário anônimo.

Enviada para o tema: A questão do analfabetismo funcional no Brasil

  Enviada há about 1 month


Na sociedade contemporânea, falar errado é pior que cometer um crime, mesmo em situações em que se permite utilizar a linguagem coloquial. O que equivale também há indivíduos com diferentes níveis de escolaridade, seja auto ou baixo. Um dos principais personagens do cartunista Maurício de Souza, que o diga, Cebolinha não consegue acertar uma, e sempre troca do “R” pelo “L”, é acaba ridicularizado e corrigido pelos colegas. A forma como o garotinho de cabelo espetado é tratado, caracteriza uma forma de preconceito linguístico, que se torna comum a cada dia no Brasil.
Apesar de sermos falantes da língua Portuguesa, a forma como ela é apresentada em cada região do país é diferente: alguns comem letras, outros pronunciam “X” no lugar de “SC” e por aí vai. Mas a variedade linguística do nosso território pode ser associada tanto a fatos históricos, como a relação entre imigrantes e nativos durante todo o período colonial, ajudando na consolidação do nosso idioma.
Quanto ao nível de escolaridade, uma grande parcela população não teve acesso direto as instituições de ensino, pois muitos tinham que escolher entre trabalhar ou estudar. O que caracteriza uma falha no processo social. Como o primeiro aprendizado das nossas crianças é através dos pais, que na maioria das vezes não teve acesso a escolaridade. Elas acabam chegando no ensino fundamental, com uma deficiência linguística, que as difere dos outros alunos e isso acaba geram bullying, ofensas, discriminação e por fim uma evasão escolar.
Uma forma de suavizar esse tipo de separação linguística é a apresentação das várias formas de linguagem do território nacional, não apenas as presentes na gramática. Transmitido através do ambiente escolar e mídia, que é uma grande difusora de informação. A longo prazo uma reforma educacional, voltada para o equilíbrio dos ensinos das escolas públicas e particulares, solucionaria esse problema de segregação linguística. E conscientizar a sociedade de que não existe maneira errada de se falar, e sim, formas diferentes de interpretar o mesmo assunto, seja ele de maneira coloquial ou culta.


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