Título da Redação: Segredação social: tudo acabará um dia.

Proposta: A “Camarotização” da sociedade brasileira: a segregação das classes sociais e a democracia

Redação enviada há cerca de 3 anos por Mateus Cunha


Esse processo de segredação por classe se tornou cada vez mais revoltante. Principalmente agora, onde estamos vivendo isso tão visualmente, e porque o sistema governamentário faz questão de demonstrar isso, dando privilégio aos ricos e os separando das pessoas humildes.
Um belo exemplo disso são as favelas do Rio de Janeiro e São Paulo, onde se vê, do alto, os prédios enormes, chiques e de aparência modernas e, ao lado, se vê casas de forma fraca, aos pedaços, acabadas.
Não é possível que onde um mundo que prega a frase "semos todos iguais", faça totalmente o oposto do contexto da mesma, separando as classes sociais, mesmo que "vizinhas de porta", por altos muros e portões.
Deus mesmo disse para não acumularmos riquezas onde traça e ferrugem podem corroer e ladrões podem roubar, aqui na terra; mas ajuntar tesouros no céu.
Todos irão morrer, e quando morrer, o dinheiro não irão com eles.
Precisamos que nosso governo faça melhor o uso da frase "somos todos iguais", para que a sociedade seja igualitária e equivalente em valores humanos.


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Comentários enviados

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    Enviado por Ariana Lobo

    Começar um texto formal com uma referência aos textos motivadores ("esse segregamento") é um erro flagrante. Na introdução o candidato deve situar o leitor sobre o tema abordado de modo que o próprio texto se baste. Do modo como foi feito o leitor deverá ler a coletânea de textos motivadores se quiser saber o que a redação está abordando. Observe que toda a introdução do texto faz referência aos textos motivadores da coletânea. A argumentação é muito previsível, não extrapola a coletânea e não demonstra conhecimento extra de mundo. O candidato deve atentar-se para o uso equivocado do "onde" (no primeiro e no penúltimo parágrafos), e para a expressão "da mesma", usada como retomada da frase pelo candidato citada "somos todos iguais", no penúltimo parágrafo. Além disso, é preciso também que o candidato evite (em se tratando de textos formais como uma redação) a linguagem coloquial, oralizada, utilizada no cotidiano. A proposta de intervenção está extremamente vaga. Sugere que o governo "faça melhor uso da frase 'somos todos iguais'", mas não há explicação sobre o modo como isso será feito. De resto, o candidato deve atentar-se também a desvios gramaticais, como concordância (no penúltimo parágrafo: " quando morrer o dinheiro não irão com eles"), de pontuação, e para a articulação do texto , de modo a torná-lo um todo orgânico.

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