Título da Redação: Redefinir práticas para modificar ideologias

Proposta: A “Camarotização” da sociedade brasileira: a segregação das classes sociais e a democracia

Redação enviada há quase 3 anos por La-torres


Complementando as formas de segregação das classes sociais, a criação de meios físicos vem sendo utilizada. Desse modo marcando explicitamente os limites de aproximação humana.
Historicamente, o país é praticante da diferenciação social, atribuindo privilégios ou preconceitos, caso indivíduo pertença a determinado grupo. Importante salientar que por ser considerado resquício cultural, naturalmente a pessoa adequa-se a situação sem questionamentos, ora também por desconhecer o poder da democracia, garantida por lei.
Consequentemente, a marginalização adquire níveis elevados, estagnando a característica de subdesenvolvimento, acentuando a má distribuição de renda e encobrindo os direitos legais democráticos. Indispensável lembrar que a construção de barreiras físicas, conhecida como camarotização incidente em regiões dos Estados do Rio de Janeiro e São Paulo por exemplo, desconfigura o cenário ambiental de determinada localidade.
Em suma, solucionar o entrave, envolve investimentos na saúde, educação e infraestrutura, por serem áreas consideradas capazes de sanar a marginalização e equiparar as classes sociais. É viável também realizar políticas de aprimoramento da distribuição de renda, bem como melhor formação cultural e uso dos direitos referentes a democracia.
Quebrar tabus repassados por leigos de que a segregação é um processo histórico e imutável, é essencial para reatar laços entre grupos humanos independentemente da situação socioeconômica.


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Comentários enviados

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    Enviado por Ariana Lobo

    A argumentação é pertinente, apesar de superficial. O candidato não se afasta dos textos motivadores da coletânea de modo significativo. Falta interdisciplinaridade. A introdução (que começa com um verbo no gerúndio, o que dá a impressão de continuidade) parece estar incompleta. A proposta de intervenção diz o que deve ser feito, mas não diz quem deve fazer e nem como deve ser feito.

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