Título da Redação: Mal majoritário: Bem excludente.

Proposta: Saúde global em tempos de globalização

Redação enviada há cerca de 3 anos por Ariel Sepúlveda


O artigo 196 da Constituição Brasileira afirma que "a saúde é direito de todos e dever do Estado". O que diverge da real situação da saúde pública do país, uma vez que, a precariedade dos hospitais, juntamente com o descaso público, tornam o sistema falho, não acolhendo à todos da mesma maneira.
Entretanto, esse cenário não é exclusivo do Brasil, países como Libéria, Serra Leoa e Guiné também se enquadram, onde o surto epidêmico do vírus Ebola mostram as péssimas condições que estes países vivem.
Ademais, a situação financeira assume grande parcela na qualidade do sistema de saúde de cada país. Prova disso, é de que países como Austrália, Canadá e Alemanha ocupam os primeiros lugares no ranking de atendimento médico. Países estes, que também ocupam os primeiros lugares no ranking de maiores economias.
Além disso, a pobreza que assola os países subdesenvolvidos acentua ainda mais o lamentável sistema de saúde, dessa maneira, trazendo novas doenças, vírus e epidemias. A reutilização de equipamentos hospitalares intensificam a disseminação de doenças adquiridas pelo contato. Na ausência de médicos e medicamentos, as práticas "improvisadas" pela população majoritariamente leiga, aumentam a proliferação de doenças. Dessa forma, a boa qualidade da saúde fica cada vez mais distante desses países.
No Brasil, 3 a cada 4 pessoas dependem do Sistema Único de Saúde (SUS). A desorganização e a ineficiência do sistema é fato: as enormes filas por atendimento, o falecimento de centenas de pessoas devido à demora, a ausência de profissionais da saúde nas cidades interioranas e os escândalos presentes nas UTI's já são comuns nos noticiários. Por conseguinte, o alto custo para pagar por um sistema privado torna o cenário extremamente excludente.
Por fim, no cerne desse conjunto, os países com sistema de saúde precário devem se espelhar naqueles cujo a gratuidade é garantida e a qualidade é equitativa e mútua. Sendo assim, a saúde não pode ser tratada com medidas paliativas e imediatistas, mas sim, à longo prazo, como a construção de unidades de atendimento público por bairro, o aumento de médicos nas cidades pequenas, a partir de maiores benefícios garantidos pelo governo, cooperações de empresas privadas com o Estado, como farmácias populares. Somente assim, a saúde será um bem garantido e igualitário para todos os cidadãos.

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