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Proposta: O combate ao bullying no Brasil

Redação enviada há 9 meses por Isabelli Cristine


Promulgada pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à EIXO SOCIAL ,EDUCAÇÃO e ao bem-estar social. Conquanto, a persistência dos casos de bullying nas escolas, evidência o desconforto de um grande quantitativo de pessoas e acaba impossibilitando que essa parcela da população desfrute desse direito universal na prática. Nessa perspectiva, esses desafios devem ser superados de imediato para que uma sociedade integrada seja alcançada.
A educação é o fator principal no desenvolvimento de um País. Hodiernamente, ocupando a nona posição na economia mundial, seria racional acreditar que o Brasil possui um sistema público de ensino eficiente. Contudo, a realidade é justamente o oposto e o resultado desse contraste é claramente refletido nos constantes abusos físico e emocionais causados pelo bullying. Segundo pesquisa realizada pelo IBGE em 2015, (46,6%) dos entrevistados alegam que já sofreu algum tipo de bullying e se sentiu humilhado por colegas da sala de aula, quando comparada a uma outra pesquisa realizada em 2012, fica nítido que a problemática ainda é crescente visto que a porcentagem era 35,3%. Diante do exposto, torna-se importante o monitoramento e fiscalização dos casos denunciados.
Torna-se necessário, ainda destacar o papel fundamental da família como provedor de orientações básicas na prevenção dos atos, como da violência causada pelo bullying. De acordo com Zygmunt Bauman, sociólogo polonês, a falta de solidez nas relações sociais, políticas e econômicas é a característica da “modernidade líquida” vivida no século XXI. Diante de tal contexto, se a problemática não tiver a “base” tratada, que seria a educação familiar este número ainda continuara crescente.
Induz-se , portanto que ainda há obstáculos para garantir a solidificação de politicas que visem à construção de um mundo melhor. Dessa maneira, esta iminente que a necessidade de se discutir a questão e o papel da escola e dos responsáveis nessa luta. Em primeiro lugar, o poder público, que criou a lei que incentiva o combate à prática, pode fiscalizar as instituições e fazer valer o que está no Diário Oficial, contratando, inclusive, mais psicólogos para os colégios e promovendo treinamentos. A mídia pode denunciar os casos, a fim de facilitar o trabalho do governo e, é claro, conscientizar a população. Deve, também, por meio de ficções, levar a discussão à família, mostrando a importância de o assunto ser tratado em casa. A escola, então, pode chamar os pais ao debate e, com palestras e reuniões em grupo, mostrar o seu papel nessa prevenção. Só assim será possível evitar que, no Brasil, 29 anos depois, tenhamos mais figuras como a de Preciosa, que precisava dos sonhos para escapar de todo o pesadelo que a sua vida insistia ser.

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