Título da Redação: Escola Sem Partido

Proposta: "Escola Sem Partido" e os rumos da educação no Brasil

Redação enviada há mais de 1 ano por Julia Santos Pereira


A esfera educacional é algo que, majoritariamente, deve ser inserida na vida de qualquer pessoa, visando uma sociedade de pensadores. Porém, infelizmente, o projeto de lei Escola Sem Partido surge para remover da escola o caráter de formação cívica dos alunos, gerando assim, a vertente daqueles que apoiam esse projeto de lei, e a parcela mais conscientizada da população que reluta em ser alienada por esse projeto.
A parcela povo brasileiro que tem a errônea ideia de que o projeto de lei Escola Sem Partido é uma solução, crê, infelizmente, na falsa neutralidade que o projeto diz pregar. No entanto, o projeto de lei se contradiz, pois ele diz ser necessário respeitar a moral da família e ser, simultaneamente, neutro; algo já comprovado como impossível pelo doutor em ciências sociais da UNB, Alexandre Pereira, ao dizer que inúmeras vertentes deixariam de ser lecionadas por serem contra a convicção de ao menos um aluno ou seu familiar.
Por outro lado, há ainda a parcela mais conscientiza da população brasileira, a qual sabe que a aprovação desse projeto geraria uma escola sem vida e sem debates, sendo assim, uma ameaça à educação tão defendida ao longo dos anos, pois, como já dizia Immanuel Kant: "o homem é aquilo que a educação faz dele"; logo, ao destruir a educação brasileira esse projeto de lei destrói também a formação de cidadãos atentos às idiossincrasias que tomam o mundo em que vivem. Além disso, essa parcela da sociedade também está ciente da inconstitucionalidade do projeto de lei, pois como diz a especialista em direito constitucional, Nina Beatriz, ele fere artigos da constituição brasileira e da constituição global de direitos humanos, criada pela ONU e assinada pelo Brasil. O único problema disso, é que, infelizmente alguns professores acabam utilizando do seu posto para impor ideias aos alunos.
Portanto, diante dos que apoiam esse projeto daqueles que conscientemente lutam para mais uma rejeição do projeto pelo governo, entende-se o porquê desse dilema persistir. Logo, o Ministério da Educação deve por em prática a lei já existente contra a doutrinação escolar por meio de uma maior fiscalização, com o intuito de evitar a imposição de ideias sobre os alunos. Paralelamente, as famílias devem, ao conversar com seus filhos, os instruir a denunciar e informar se eles se sentirem doutrinados, com a finalidade de que somente com denúncias o governo saberá a gravidade do assunto e como agir diante dele.

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