Título da Redação: Eu compro, logo sou!

Proposta: A ostentação e o consumismo.

Redação enviada há cerca de 3 anos por Shirley Lino


A partir do século XX, com a invasão de multinacionais ao mercado brasileiro, percebeu-se a intensificação do fenômeno da globalização, que fomentou a consolidação das novas demandas do capitalismo. Dessa forma, o mercado nacional passou a ser inundado por uma infinidade de produtos, simultaneamente ao crescimento do mercado consumidor. Em contrapartida, apesar da propulsão econômica que o consumo pode gerar ao estado, também há uma face negativa, pautada no exagero, que pode levar desde o aumento da inadimplência à violência.
A partir dessa invasão mercadológica, o estilo de vida do brasileiro procurou equiparar-se ao das populações residentes em países considerados desenvolvidos, a exemplo, pode-se citar o modo de vida americano, que inspira o consumo em parte da população. Além disso, muito da identidade do indivíduo passou a ser pautada em bens de consumo, para que assim pudesse ascender a determinados grupos sociais. Com isso, foi notória a intensificação dos processos de exclusão social e aumento da marginalização, que culminou com o despontar da violência.
Ademais, outros problemas advindos dessa busca desmedida podem ter impactos generalistas negativos na economia e educação. Dessa forma, a disponibilidade de crédito e ampla gama de produtos deparam-se com o apelo da mídia local, de forma implícita ou explícita, apresentando-se através da propaganda direta, ou pela indústria da música ou telenovelas, muitas vezes com significação abusiva. Além disso, onda de consumismo colide com uma política sadia de educação financeira, uma vez que os órgãos de proteção ao crédito apontam o crescimento do endividamento da população brasileira.
Logo, deve-se buscar a elaboração de diretrizes que estimulem o consumo saudável e educação financeira. Sendo assim, o governo deve intermediar as relações de crédito, limitando-os quando necessário ao bom desenvolvimento econômico, além de reduzir o impacto abusivo da mídia sobre o consumo. Aliado a isto, a escola deve dispensar uma atenção especial à educação financeira, a economia e ao desenvolvimento sustentável, estimulando desde cedo à consciência dos alunos para com a sociedade e o desenvolvimento do país. Deve-se buscar ainda a participação da família, que atuará como filtro dos apelos da indústria das telecomunicações. Só assim será possível a construção de uma sociedade igualitária e sustentável.

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