Título da Redação: Convertendo a intolerância religiosa

Proposta: A intolerância religiosa no Brasil

Redação enviada há quase 3 anos por Lívia Ramos


Cruzadas contra os muçulmanos, Holocausto, Inquisição Católica e Protestante, eis exemplos fidedignos e extremistas de intolerância religiosa. No Brasil, diante da vasta diversidade, é evidente a ausência de intercambio e harmonia entre povos com cultura e crenças distintas. Ademais, mesmo havendo a Constituição Federal que ratifica a liberdade de culto, ainda persistem conflitos disseminados pelo ódio sistemático contra pessoas com fé em divindades opostas. Há, portanto, a necessidade de extinção e punição de práticas que envolvam tal discriminação.

A pluralidade brasileira sofre influências e persuasões desde o processo de colonização. Primeiramente cada tribo indígena era catequizada pelos jesuítas lusitanos para que aderissem ao catolicismo e se somassem aos europeus católicos. Posteriormente, os escravos africanos sofreram perseguições e até hoje são alvos de ameaças religiosas. A miscigenação deve ser preservada e tolerada, pois a desarmonia apenas corrobora o fato do ser humano ser incapaz de conviver e aceitar o diferente.

Em 2014, nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, registraram-se aproximadamente 150 casos de discriminação religiosa. O fanatismo, decorrente da necessidade de exaltação do próprio deus, extingue a prática do respeito e aceitação. Assim, o etnocentrismo e radicalismo religioso impõem ameaças à integridade e liberdade alheia, sendo que o sentimento de superioridade é inaceitável, ainda mais no Brasil em que o estado laico confirma o livre exercício dos cultos.

Faz-se necessário, portanto, prezar pela dignidade de cada cidadão e valorizar a diversidade religiosa. O Estado e a sociedade são partes indissociáveis da garantia do bem estar comunitário e individual, assegurando a plenitude física, psicológica e moral do homem. O Estado exerce o papel de elaboração de leis, campanhas educativas e punição dos opressores. Já a sociedade deve julgar e denunciar atos discriminatórios, promovendo a coexistência pacifica. Por fim, a escola, consciente do seu papel disciplinador, recorrerá a debates e seminários sobre a pluralidade e o respeito às crenças religiosas.

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