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Proposta: A “Camarotização” da sociedade brasileira: a segregação das classes sociais e a democracia

Redação enviada há mais de 1 ano por usuário anônimo.


Durante a Guerra Fria, a expressão “Cortina de Ferro” definia a divisão da Europa em duas partes, Oriental e Ocidental. No Brasil, vivenciamos atualmente uma cortina de ferro, no sentido figurado e por vezes no literal, que divide a sociedade e potencializa a desigualdade.
Com isso, a supervalorização do material distância o indivíduo da alteridade. O poder de aquisição tornou-se mais importante que os princípios de cada ser e isso é perceptível em locais privados, por exemplo, onde pessoas privilegiadas são separadas fisicamente de outras menos favorecidas e marginalizadas pelo seu contexto social, assim estabelecendo o preconceito entre classes sociais.
Em meio ao Capitalismo que é inerente à divisão de classes, cultivamos a pior das culturas. O carro do ano, as viagens para o exterior ou o celular de última geração são alguns dos protagonistas da sociedade do espetáculo existente, onde não basta ter e sim, ostentar e mostrar ao grande público que possui. Certamente, uma cultura da imagem exige muita performance -potencializada com as redes sociais- mas é isento de verdade.
Portanto, uma cortina de ferro é, de fato, existente no Brasil. Para amenizar tal realidade é necessária a ação do governo para estimular a ascensão das classes baixas, em longo prazo. A sociedade deve exercer o seu papel politicamente, com o intuito de assegurar a harmonia e a igualdade, para que todos possam ter os mesmos privilégios.


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Comentários enviados

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    Enviado por Heloisa Ribeiro Rodrigues

    Ei, aluno. Tudo bem? Infelizmente, o seu texto apresentou um domínio insatisfatório da modalidade escrita da língua, devido à recorrência de erros graves que o comprometeram diretamente, tais como: colocação pronominal, o mal uso de vírgulas, bem como de pontuação, em geral, uso de primeira pessoa, acentuação, confusão no emprego de advérbios e conjunções, uso excessivo e/ou inadequado de pronomes demonstrativos, a presença de colocações repetitivas, fracas ou inapropriadas em orações, períodos frequentemente mal formulados, muito superficiais ou mal conectados entre si e, principalmente, uma argumentação fragmentada, pouco embasada, isto é, sem maiores dados concretos ou conteúdos originais próprios ou externos que a dessem um maior suporte e credibilidade, muito mais sucinta que o ideal e construída sob uma linguagem bastante limitada, previsível e, por vezes frequentes, equivocada ou confusa. Para ressaltar mais os seus pontos positivos e aumentar a sua nota, seja mais formal e objetivo e disponha-se a desenvolver e aprofundar mais os seus pontos de vista - de maneira mais elaborada, estruturada, original e um pouco menos afobada - e a diversificar e amadurecer a sua escolha de recursos coesivos e lexicais, de modo que a sua redação se torne mais organizada, enriquecedora, completa, fluida e refinada. Além disso, a sua conclusão deixou muito a desejar, visto que não apresentou propostas mais específicas e detalhadas de intervenção ante a problemática do tema. Elabore-a mais, seja menos vago, pois a mesma constitui a pontuação de toda uma competência. Estude os pontos mencionados, continue praticando e acredite no seu potencial. Grande abraço, Heloisa.

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