Título da Redação: Os muros da sociedade

Proposta: A “Camarotização” da sociedade brasileira: a segregação das classes sociais e a democracia

Redação enviada há mais de 2 anos por Samantha Almeida


Parafraseando o pensamento de Isaac Newton “construímos muros demais e pontes de menos”. Essa máxima insere-se no contexto da sociedade atual, com a chamada “camarotização” que cria em seu cotidiano a segregação das classes sociais, interferindo na evolução democrática do país. Será a camarotização um fenômeno esporádico e gradativo de uma futura anti-socialização na democracia nacional?
Sociologicamente, a separação física entre diferentes elementos da sociedade faz do coletivismo uma utópica característica para a sociodemocracia. A visão das classes dominantes é cada vez mais distante das camadas desprivilegiadas. O próprio meio social cria situações que desenvolve a segregação entre classes: os planos de saúde é um exemplo disso, pois a discrepância entre os serviços de saúde pública e privada é evidenciada nos indivíduos a qual os utiliza.
A camarotização está ligada aos muros construídos pelo corpo social brasileiro. Ela, estabelece barreiras entre as classes, promovendo a exclusão não só na saúde, mais em todos os setores , principalmente na segurança pública e na educação. Pois, a segurança de um condomínio fechado e de uma favela tem a mesma diferença no que diz respeito a uma escola pública e outra privada.
Eminentemente, a camarotização social da minoria dominante não pode interferir no processo de democracia nacional. Com o estabelecimento de políticas públicas que reforcem a inclusão social nas escolas, nos hospitais, em todos os estabelecimentos (públicos e privados) construiremos um futuro melhor. Para que assim possamos reverter o pensamento de Newton, respeitando sempre os direitos humanos.


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