Passe o mouse nas marcações para ler os comentários.


Historicamente a atitude da sociedade em relação ao suicídio variou da admiração à hostilidade, punição, irracionalismo e até superstição. No Brasil, desde
1980, segundo o mapa da violência, a taxa de autocídios, aumentou cerca de 60%. E, é indiscutível que umas das principais causas é a falta de diálogo. Nesse sentido,
convém analisar as possíveis fenômenos para essa problemática.

Em primeiro plano, o relatório para prevenção dessas ocorrências da OMS -Organização Mundial da Saúde-, relata que a autodestruição é umas das maiores
causas de mortes, entre adolescentes, principalmente. Outrossim, o assunto como é visto por muitos como tabu ( por medo de julgamentos e/ou vergonha), pode ser entendida como uma falta de debate, como é proposto pelo o filósofo alemão Habermas. Assim como, é alarmante como entidades do ensino não tem debatimentos sobre essa temática tão importante para esse pretexto e é algo que precisa ser explorado.

Somado a isso, podemos dizer que a proporção de autoquíria aumenta quando é amplamente divulgado na mídia, conhecido como Efeito “Werther”. Por isso, os Órgãos de Impressa e a OMS tem guias de como não noticiar, como por exemplo, não descrever em muitos detalhes e não apresentar a morte como uma solução.
Simultaneamente, como afirmou Habermas: “Uma razão consensual é formada por meio de debates”. Inegavelmente, os familiares poderiam estabelecer uma base para esses indivíduos, em sua formação pessoal e intelectual.

Enfim, é necessária uma ação para a conscientização sobre esse assunto. Logo, cabe as instituições de educação comecem a tratar o mesmo de forma responsável e
social, visando a sua prevenção. Por meio palestras e debates na forma da razão com seus familiares dentro da sala de aula como evidenciado por Habermas, em parceria
de profissionais qualificados. Em uma ação a longo prazo, as mesmas passem a incluir esse tema em sua grade curricular, de modo que o suicídio não mais como um
assunto a ser evitado e seja encarado como um problema de saúde que precisa, urgentemente, de reparos. Assim sendo, é possível que esse conjunto de questões, ao
menos, seja diminuída ou até mesmo controlada.


Comentário em texto


Correção enviada por áudio.

Comentário em áudio.


Marcações

Correção no modelo ENEM


Competência Nota Comentário

Competência 1

Demonstrar domínio da modalidade escrita formal da Língua Portuguesa.

80 Demonstra domínio insuficiente da modalidade escrita formal da Língua Portuguesa, com muitos desvios gramaticais, de escolha de registro e de convenções da escrita.

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo em prosa.

120 Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativoargumentativo, com proposição, argumentação e conclusão.

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

80 Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas desorganizados ou contraditórios e limitados aos argumentos dos textos motivadores, em defesa de um ponto de vista.

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

80 Articula as partes do texto, de forma insuficiente, com muitas inadequações e apresenta repertório limitado de recursos coesivos.

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

120 Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto.
Nota total 480